Aháááá!!!
Setembro 25, 2008
Voltaram atrás. Pela primeira vez na história os argentinos tiveram um ÚNICO momento de humildade e admitiram que a final contra a Espanha pode ser em quadras rápidas. A associação local resolver ouvir os tenistas e diria que hoje a chance de Córdoba (cidade natal de David Nalbandian – imaginem o que ele vai jogar) sediar o confronto é de 80%.
COm isso, a disputa se equilibra. Mas ainda acredito nos espanhóis. Porém, vai ser mais duro. Nalbandian é um ótimo jogador no carpete e A dupla e David Ferrer podem ser os pontos fracos do time nessa superfície. Não me espantaria que a Espanha entrasse com Fernando Verdasco contra Nalbandian no primeiro dia.
Dando bobeira mais uma vez
Maio 29, 2008

Esporte de faz de ídolos. Ídolos são feitos – obviamente – de vitórias. Então o que adianta ter vitórias se o público não pode acompanhar?
Não temos um jogador de simples que possa fazer frente aos melhores do mundo. Perdemos a mão na época da gugamania e deixamos de formar jogadores. Agora, temos que correr com o que há de melhor. E hoje o que temos de melhor é a dupla Marcelo Melo/André Sá.
Nunca tivemos tradição em duplas. Tirando a parceria Carlos Kirmayr/Cássio Motta que foi a um Masters (me corrijam se estiver equivocado) até hoje nunca tivemos resultados expressivos na modalidade.
O meu ponto é: já que não temos um grande jogador para a molecada se espelhar que transmitam os jogos de Melo e Sá! De algum jeito, as vitórias da dupla que hoje é a DÉCIMA na Corrida dos Campeões, vai empolgar os meninos, seja pra jogar com parceiros ou simples mesmo. Só este ano foram dois títulos em ATP Tours, Sauípe e Portschach.
Quem sabe não vem um Grand Slam?
Mais uma vez estamos deixando o bonde passar.
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Hoje, eles venceram de virada a dupla italiana Simone Bolelli e Andreas Seppi por 4/6, 6/3 e 6/2.
Freud explica?
Maio 19, 2008

O problema do Federer só pode ser resolvido num divã. Abrir 5 a 1 e perder SETE, não foram cinco, nem seis, foram SETE games seguidos, não é coisa pra 1º do mundo. E pior, repertir parte da façanha no segundo set, menos mal que ele venceu.
Falta de jogo não é. Se houver algum psicólogo lendo isso aqui, que me escreva pra tentar achar alguma “síndrome” (pq psicólogos adoram falar em síndromes) que explique o ano do suíço.
Em tempo: não pude ver a final por conta de um congresso em que estava.
Em tempo II: nas melhores condições quem venceria mais no saibro: Nadal, Guga ou Bjorn Borg?
Em tempo III: Djokovic já ajudou a quebrar o “monopólio” Federer-Nadal, mas bem que podiam aparecer mais uns dois. Ver Davidenko como número 4, sendo que jamais ganhou, nem chegou perto, um Grand Slam é decepcionante.
Que ano hein, Federer?
Maio 9, 2008

Não sei, mas será que Federer está literalmente “de saco cheio” do tênis? O que ele vem jogando nem de longe lembra o Federer de 2006, por exemplo, ou até mesmo do ano passado, quando teve seus percalços, mas manteve a média de títulos.
Esse ano só ganhou um ATP, o de Estoril, que não é dos maiores e mais nada. Final mesmo só em Monte Carlo, quando perdeu para o Nadal.
Apático, desinteressado, sem disposição. Ele só mostrou alguma coisa quando viu que a partida estava indo para o buraco. Faço outra pergunta (dessa vez para o lado negativo): o que está acontecendo com o suíço?
Em tempo: Nadal e Federer entregaram o torneio pro Djokovic.
Em tempo II: Stepanek já apareceu demais nesse blog.
É bom se garantir contra esse aí…
Março 25, 2008

Pois bem. Saíram os convocados para os jogos contra a Colômbia pelas semifinais do Zonal Americano da Copa Davis. Ninguém esperava algo diferente de Marcos Daniel , Thomaz Bellucci e a dupla sensação André Sá e Marcelo Melo. Não pq tenham excelentes rankings ou grandes resultados, à exceção da dupla que vêm dando alegria, é o que temos de “melhor” mesmo. Com muitas aspas.
Os jogos acontecem entre os dias 11 e 13 de abril e mesmo não tendo tradição no tênis, não vai ser nada fácil ganhar dos colombianos. A saber Alejandro Falla, 88 do mundo, e Santiago Giraldo, 169º, este mais afeito às quadras duras.
Coloquemos um ponto para nós na dupla. ok, 1 a 0. Acredito que tanto Daniel quanto Belluci percam para Falla. O Daniel não me convence de jeito algum e não sei se Bellucci vai se comportar em provavelmente abrir o confronto contra o número 1 deles. Dois a um para eles. Aí o fiel da balança vai ser logo o segundo jogo do primeiro dia (geralmente entre o primeiro local e o segundo visitante), entre Daniel e Giraldo. Se Daniel ganhar, aí temos grandes chances de chegar no último dia precisando de uma vitória. Dois a dois.
Caso Daniel realmente não consiga passar por Falla, aí Bellucci vai ter que decidir a parada na última partida.
Não aposto em nada nesse jogo.
Claro que tudo isso é no “chutômetro”, mas é bom ganhar os dois jogos contra Giraldo. Senão…
É bom abrir o olho…
Março 7, 2008

Uma vez, acho que durante o Australian Open, não me recordo, aa ESPN Internacional divulgou um estatística do Rafael Nadal em que o título era “Clay or Go Home” (Saibro, ou volte para casa), sobre os números nada animadores do espanhol em superfícies rápidas. Claro que é um exagero. Ele foi vice de Wimbledon duas vezes seguidas, ganhou Masters Series em piso sintético. Mas não deixa de ser curioso que o segundo colocado do ranking mundial esteja novamente em um jejum de títulos, sempre antes da temporada européia de saibro começar. Digo novamente, pq lembro da temporada 2007 em que ele também ficou vários meses sem levantar um troféu.
Só que naquela época o circuito era praticamente um “escravos de jó” entre Nadal e Federer. Um ganhava tudo no sintético e o outro no saibro. Não havia o Djokovic.
Agora, o sobrinho de Tony Nadal não vai poder se dar ao luxo de ficar seis, sete meses sem ganhar torneios. A proximidade do sérvio vai aumentando e não duvido nada que tenhamos um novo número dois até o fim da temporada.
Considero Novak Djokovic mais completo que Nadal, e torço muito para que o sérvio leve a melhor nessa disputa pela vice-liderança do ranking.
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E esse ano continua o calvário. Rafa foi atropelado por Andy Roddick no segundo set (7/6 (5) e 6/2) e perdeu de novo nas quartas em Dubai pelo segundo ano consecutivo. Perde a chance de encostar mais em Federer e vê Djokovic como candidatíssimo ao título do torneio.