Estou num dia não mto bom (passando mal) e n vi o jogaço do Nadal com o Verdasco. Mas não dá pra não comentar que logo no primeiro Grand Slam do ano teremos o grande clássico do tênis atual.
Duro vai ser acordar cedo pra ver talvez, quatro, cinco horas de tênis. Mas vai valer a pena.
Torcerei para o Federer. O tênis precisa disso.

Perdeu?

Janeiro 23, 2009

Pra uma gordinha… E daí?
Salve Ana Ivanovic

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A primeira semana de um Grand Slam é um saco. Salvo alguma zebra, é tudo a mesma coisa, jogos longos de 3 sets e arrastados. Cumpindo tabela.
Hoje, o Australian Open começou. Não foi o jogão que todos esperavam, mais pela forma como Federer foi pra cima. Mas ainda assim era um dos clássicos do tênis atual. Pena que pode ter sido uma das últimas vezes que vimos Marat Safin em quadra.
O cara joga muito. Mas está sem saco. Como eu já escrevi antes, me lembra o Zidane em fim de carreira. Mesmo novo – com 28 anos – ele já deu vários sinais de que pra ele chega.
Pena. Pq é um dos mais talentosos da sua geração. Melhor do que ver esses bate-estacas por aí.
Mas se a partida de hoje mostrou algo, foi que o suíço tá começando a voltar aos trilhos.

Ahhh, a ATP

Janeiro 13, 2009

Alguém entendeu? Então por favor, me escrevam explicando o que é esse novo ranking da ATP. A única coisa boa que eu pesquei foi que os challengers perderam a força, somando mais pontos pra quem os disputa. Isso fez Marcos Daniel cair quase 20 posições na nova pontuação.
Isso é bom. Vai forçar alguns jogadores que ficam deitados no berço não tão esplêndido dos torneio menores a meter a cara nos ATP. Daniel é um deles. Rei dos Challengers ou muda a programação ou vai ficar depois dos 100 de vez.
Outro ponto é que a nova pontuação não entrou de vez, isso pq se fosse implementada totalmente Federer teria caído para o terceiro posto. Aí resolveram “poupar” o suíço. O Djokovic não falou nada. Será que levou algum pra não causar polêmica?
A verdade é que a Corrida dos Campeões já era. Durou oito anos e veio mais pra complicar quem não é do tênis do que ajudar.
Pra mim tinha que ir somando os pontos e quem quiser que jogue para alcançar. Isso faria o esporte ficar mais próximo do grande público. O sistema de descarte de pontos torna o entendimento mais complicado. Se fosse assim, Federer ainda seria o número 1 e não teria perdido o posto por uma temporada não tão boa.

Com uma semana de atraso, aqui estou. E vou vendo um pouco do “mais do mesmo” do ano passado.

 

Nadal vai ficar uns meses sem ganhar nada. Quadra sintética não é a dele, até menos que a grama (que vamos combinar só mete medo em quem não é sólido). Mas vai ganhar tudo no saibro. Penta em Rolland Garros e candidatíssimo ao bi em Wimbledon. Até pq…

 

Federer demonstra que não voltou à velha forma. Perdeu para Murray e tem algo ainda “nublado” em cima dele. Não aposto nele na Austrália, nem em Wimbledon. Digo mais: não chega a final na França de novo.

 

Djokovic não começou bem e tá vendo um caminhão chamado Andy Murray pelo retrovisor. A distância agora é só no visual e se o sérvio não for bi em Melbourne – o que eu acho muito difícil – perde o terceiro posto pro escocês.

 

Já havia sinais fortes no fim do ano passado. Agora, já é realidade: Andy Murray vem com tudo esse ano. Nadal e Federer que se preparem para perder um pouco dos holofotes. Aposto nele para ganhar um dos dois Grand Slams sintéticos. Mais esse da Austrália, pelo momento que ele vive.

 

Da turma mais abaixo Tsonga chega forte e aposto em Ernest Gulbis – o riquinho da Letônia – para o Top 10. Davidenko, Nalbandian, Roddick, Blake que me desculpem, mas a única motivação na temporada tem que ser permanecer o top 10.

 

Ah, tênis brasileiro? Marcos Daniel e os challengers, Bellucci perdendo pro 220 em qualifying… Nada de novo no front.