Meio a meio
Julho 3, 2009
Foi épico, mas Roddick botou água no morango com chantilly dos britânicos e mandou Murray pra casa. Não vi, mas deve ter sido um jogão.
Na outra, mole mole. Federer está com nove dedos na 15ª taça de Grand Slam. Só perde se amarelar muito.
Meio a meio
Julho 3, 2009
Foi épico, mas Roddick botou água no morango com chantilly dos britânicos e mandou Murray pra casa. Não vi, mas deve ter sido um jogão.
Na outra, mole mole. Federer está com nove dedos na 15ª taça de Grand Slam. Só perde se amarelar muito.
Meio a meio
Julho 3, 2009
Foi épico, mas Roddick botou água no morango com chantilly dos britânicos e mandou Murray pra casa. Não vi, mas deve ter sido um jogão.
Na outra, mole mole. Federer está com nove dedos na 15ª taça de Grand Slam. Só perde se amarelar muito.
Dois certos, dois errados…
Julho 1, 2009
Meio a meio. Tô me saindo melhor.
Federer 3 x 0 Karlovic – Acertei tudo.
Roddick 3 x 2 Hewitt – Errei as parciais, pq tinha colocado Stepanek. Mas acertei o vencedor.
Haas 3 x 1 Djokovic – Inverti o placar.
Murray 3 x 0 Ferrero – Acertei tudo.
Bolinha de cristal paraguaia
Julho 1, 2009
Voltei com tudo e quero confirmar a minha sina de ser péssimo em palpites.
Mas vou a eles, quem torce por quem eu estou colocando como perdedor, pode começar a se animar.
Quartas-de-final
Roddick 3 x 0 Hewitt – Suado
Murray 3 x 0 Ferrero – Mole
Djokovic 3 x 1 Haas – Hass entrega pela cabeça ruim que tem
Federer 3 x 0 Karlovic – Três tie breaks e o croata sai sem ter perdido um game de saque
Semifinais
Murray 3 x 2 Roddick – Suado, épica.
Djokovic 3 x 1 Federer – Federer entrega o jogo.
Final
Murray 3 x 2 Djokovic – E o britânico entra pra história.
Será?
Meu Deus. Faz muito tempo. Isso se chama, na verdade, de falta de tempo. E preguiça. Não está acontecendo muita coisa interessante no tênis nesses dias que me faça vir aqui com alguma freqüência. E parafraseando o Agamenon Mendes Pedreira, duvido que algum dos meus 7 leitores e meio (um é analfabeto) sentiu muita saudade.
Nesse meio tempo muita gente ganhou, muita gente perdeu, o Nadal estourou como era de se esperar, o Federer vai ganhando daquele jeito de empurrar com a barriga. Aliás, o suíço é o típico caso no tênis que se ganha com a camisa, ou com a raquete. Tipo a seleção brasileira de futebol. Pode não estar naqueles dias, mas a camisa se impõe. E eu não me lembro da última grande atuação do marido da Mirka.
O Djokovic assumiu mesmo ser o quarto do mundo e fica naquela zona de conforto. Deixa o Murray se lascar para pegar o número 2 e sabe que o Del Potro ameaça, ameaça, mas no fim, sai de cima. O Safin não quer nada há muito tempo.
Sá e Melo chegaram naquele estágio que era o previsto. Ou seja, não eram essa dupla toda. Pena por que faz falta ter para quem torcer. E não me venham com Bruno Soares. No dia que ele fizer uma parceria inteiramente brasileira eu torço para ele.
Depois dos Masters, veio Rolland Garros e a queda do Nadal. Até hoje ficam botando panos quentes na briga dele com o Soderling, que é a antipatia em pessoa. O tênis precisa de umas polêmicas. Tá tudo muito chato e conservador.
Falando nisso, temos aí Wimbledon. E a grande novidade é… o teto retrátil! Uau. Que grande coisa. O que adianta? Já chiaram. E se chover as outras tantas quadras terão que interromper os jogos do mesmo jeito. Só adianta para a Central. Pelo menos, o jogo rápido reserva mais surpresas. Só o fato de termos nas quartas Hass, Hewitt e Ferrero, esse então uma zebraça.
Eu torço pelo Murray. O Federer merece bater a marca do Sampras contra o Nadal. Senão fica aquela “ah, mas o espanhol não jogou Wimbledon”. Torço para que o suíço seja eliminado contra o Karlovic ou nas semi para ficar menos doloroso.
Enfim, vamos ver o que esse fim de semana reserva. Só não me peçam para falar do tênis brasileiro, essa do Emílio Sanchez é para dar resultado daqui uns 10 anos. Já é algo.
A falta de cabeça ou aguardem os próximos capítulos
Fevereiro 17, 2009
Na mesma semana em que a CBT anuncia a contratação do Emílio Sanchez e um projeto de um CT, pudemos novamente torcer para um brasileiro numa decisão de verdade. Nada de challengers, mas sim um Atp. Fazia tempo.
Porém, sou um dos poucos (se é que alguém também acha) que não viu tanto jogo assim no Bellucci na final. Nervoso, errou demais em momentos decisivos, não sacou bem e mostrou que o grande problema do tenista brasileiro é a maldita da cabeça.
Sem a parte mental forte não se chega a lugar algum no tênis. Vide o Nadal que vence jogos duros com a cabeça.
Mas pelo menos houve uma pequena evolução. A luz no fim do túnel ainda é minúscula, mas já é um avanço.
Resta saber se pro resto do ano, Bellucci vai continuar atrás dos grandes torneios ou vai apelar pra challenger de novo. A cobrança vai ser cada vez maior.
Quem quer ser grande tem que jogar contra os grandes.
Vejamos o que acontece.
Bola de cristal furada
Fevereiro 11, 2009
tava vendo meus palpites nos posts abaixo e vi que meu desempenho como adivinho é quase nulo.
melhor assim, o tênis não é tão óbvio como alguns pensam.
Luz no fim do túnel?
Fevereiro 10, 2009
Por conta de viagem a trabalho, fiquei sem tempo de atualizar isso aqui. Mas seria mais do mesmo: Nadal x Federer, vitórias minguadas de brasileiros em ATPs… O que chamou atenção mesmo foi a contratação de Emílio Sanchez para consultor técnico da CBT. Se vai dar certo, se vamos virar uma potência, se teremos outros tenistas tops, eu não sei, mas que pelo menos a chegada do espanhol vai dar uma sacudida isso vai.
Pelo menos no que se refere à organização. Poucos exemplos de iniciativas sérias por aqui deram certo. E essa tem tudo para dar.
O principal que eu percebi é que o trabalho vai começar na base visando transformar jovens talentos em grandes campeões. Modificar a cabeça, a postura e a partir daí sermos uma potência como nossos vizinhos argentinos. A mentalidade dos challengers vai mudar, eu espero.
Só penso que algo poderia ter sido feito na época do Guga, com certeza já teríamos algum resultado. Paciência. Agora é começar do zero.
Pelo menos algo está sendo feito.
O bicho pega logo no primeiro Grand Slam do ano
Janeiro 30, 2009
Estou num dia não mto bom (passando mal) e n vi o jogaço do Nadal com o Verdasco. Mas não dá pra não comentar que logo no primeiro Grand Slam do ano teremos o grande clássico do tênis atual.
Duro vai ser acordar cedo pra ver talvez, quatro, cinco horas de tênis. Mas vai valer a pena.
Torcerei para o Federer. O tênis precisa disso.